terça-feira, 26 de junho de 2012

Depois de uns dois meses sem nem nos falarmos, finalmente me resolvi com ele.
Nos encontramos hoje (ontem) e posso dizer que foi quase perfeito. "Quase" porque ele não disse que me amava, e eu, claro, disse isso pelo menos cinco vezes.
Eu sei que ele não me ama, mas mesmo assim eu espero ouvi-lo dizer em alto em bom tom o "eu te amo" que eu tanto espero que ele me diga um dia.
O defeito do apaixonado é esperar reciprocidade...

sábado, 23 de junho de 2012

"But I'm holding you closer than most, 'cause you are my heaven"
(A Drop In The Ocean - Ron Pope)


quarta-feira, 20 de junho de 2012

Esses dias voltei ao Marista depois de séculos sem pisar na Tijuca. Matei as saudades da galera, falei com todo mundo que me fazia falta. Mas parece que não foi o suficiente...
A minha vontade real é de voltar a estudar no São José e nunca mais sair de lá, porque apesar de eu morar na Barra e estudar no Bahiense, esse colégio sempre será meu segundo lar, ou mesmo o primeiro, em alguns casos...
Porém ao mesmo tempo que isso me deixa feliz, isso me entristece, pois mesmo com toda a saudade a vida continua, novas amizades surgem e as pessoas, fatalmente, vão se afastando.
Nesse dia eu senti como se eu não fizesse realmente falta no SJ, por mais que a galera estivesse com saudades e blá blá blá, eles não agiram como tal, me deixando até meio de lado. As pessoas lá gostam de mim, e eu sei disso, mas saudade não une ninguém, só mantém lembranças.

terça-feira, 12 de junho de 2012

Preciso parar de me apegar tão fácil às pessoas.
Essa minha mania de querer criar relações com todo mundo que eu conheço é o que mais me fode, porque eu me apego e acabo gostando mais do que devia.
Esse é um dos principais fatores pelos quais eu tenho uma vida amorosa tão difícil.

Não só a vida amorosa, mas também todo o resto. Já quase perdi amizades valiosas por ser impulsiva e não pensar antes de agir ou falar. Até mesmo comer, eu como por impulso: eu vejo comida e antes que eu perceba eu já estou mastigando.
Isso é tudo uma questão de auto-controle, se você se controla fica tudo mais simples e mais seguro.
Giovanna, controle-se.


segunda-feira, 11 de junho de 2012

PRECISO ESQUECER ESSE GAROTO!

Cheguei à conclusão que não adianta ficar sofrendo por uma coisa que não vai ter volta, me prometi que não ia mais falar no Lucas, ou pensar nele, por mais difícil que isso seja pra mim, afinal ele deixou bem claro que o que nós tivemos chegou ao fim.
Preciso conhecer gente nova, frequentar lugares novos, pra ver se ele sai do meu coração, ou pelo menos da minha cabeça.
Não quero mais chorar por garoto nenhum, quero ser forte pelo menos uma vez na vida, em alguma coisa, qualquer coisa, e decidi que será nesse setor: amor.
Afinal, de que adianta se apaixonar se for pra se machucar no fim das contas? ISSO PRA MIM ACABOU!

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Às vezes eu juro que acho que o meu pai gosta de me deixar pra baixo, que ele gosta da sensação de poder de rebaixar um ser humano.
Tudo que o sr. Fernando faz da vida é babar o ovo da namorada e reclamar da vida, principalmente de mim. Só fala comigo pra me criticar, pra dizer que eu tô gorda, que eu não valho nada, que eu não mereço apoio nenhum e blá blá blá... Ele trata até o cachorro melhor do que a filha! ISSO PORQUE ELE É MEU PAI E "SUPOSTAMENTE" ME AMA. Então, suponhamos que ele fosse meu irmão: eu teria um hematoma novo todo dia de tanta porrada que eu ia levar.
Nessa família pode-se perceber a seguinte hierarquia das preferências do meu pai: primeiro vem a Camila, namorada dele, depois o Tyson, o cachorro, aí vêm minhas irmãs, e depois, em último lugar, venho eu, bem na base dessa pirâmide.
Meu pai consegue levar minha auto-estima pra cova, e isso não é difícil, uma vez que eu já tenho uma auto-estima bem baixa, e reclama que eu só fico na internet e que não faço muitos amigos.
Dá vontade de mandar à merda, né?


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domingo, 3 de junho de 2012

Impossível parar de pensar nele, tudo me faz lembrar ele, não penso em outra coisa que não seja ELE. Chega a me dar agonia!
A vontade que me dá é de brotar no colégio dele, na casa dele, aonde for, abraçá-lo o mais forte que eu puder, implorar por perdão, dizer que eu o amo, que não aguento o fato de que eu posso perdê-lo pra outra garota, que quero que ele seja só meu... E não soltar esse abraço nunca mais.

Ultimamente estou com essa mania de escrever músicas com mensagens secretas escondidas na letra, seja na disposição de versos ou qualquer outra coisa. E sim, fiz uma dessas pra ele. É uma forma de canalizar a tristeza pra fazer alguma coisa produtiva, etc. Ainda estou trabalhando nela, não tem melodia definida ainda, mas um dia fica pronta.

sábado, 2 de junho de 2012

Posso dizer que hoje foi, de longe, um dos piores dias da minha vida.
Não é simplesmente terminar um namoro, até porque nem meu namorado ele era, mas perder a pessoa que você ama e tanto quer bem.
Acontece com todo mundo, e essa não vai ser a última vez, mas a primeira é sempre a mais dolorosa.
Nós vinhamos ficando desde novembro do ano passado, e era muito bom. Já quase o perdi uma vez, mas tudo ficou bem.
A gente estava feliz, muito feliz, eu principalmente. Até que um belo dia, eu tive uma recaída de uma paixão antiga, eu estava bêbada e tudo mais, e fiz uma espécie de declaração pra esse garoto. E, obviamente, twittei. E, fatalmente, ele viu.
Foi aí que tudo desandou. E depois de muito discutir, pusemos (ele pôs) um ponto final na nossa história.
Chorei. Chorei muito. Coisa até normal quando a pessoa que você mais ama nesse mundo diz que não quer mais olhar na sua cara, e eu o amo muito, muito mesmo...
E depois de uma necessária refexão, eu percebi que ele está coberto de razão em não me dar confiança. Pra ter uma noção, eu não valho nem o ar que eu respiro, não valho a pena, simplesmente não sou uma pessoa pela qual se pode lutar sem culpa. Não sou uma pessoa digna de receber amor, porque eu sempre acabo tirando vantagem. Eu cresci assim, achando que eu podia fazer os outros de iditoas, sempre sonsa e cínica de dar nojo. Agora o jogo virou e a casa caiu pra mim, porque, olha, nunca levei tanta patada da vida como tenho levado ultimamente. E mereço, pra ver se deixo de ser babaca, pra ver se deixo de ser escrota com gente que não merece, com as pessoas que me querem bem.
A verdade é que eu preciso me sentir desejada, afinal, sou humana e mulher, sou sensível e me iludo com facilidade, então basta um "oi" mais carinhoso que eu me derreto, admito. E isso vai demorar pra ser corrigido, mas um dia eu consigo. Ou não.
Enfim, todo o sofrimento que eu estou passando não passa de uma revanche da vida contra mim, pra se vingar de todas as vezes que eu me aproveitei da bondade e do carinho que as pessoas sentem pela minha pessoa.
O amor chega pra todo mundo, e chegou pra mim, mas eu não soube dar valor.

 
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